Funções e Ministérios

Esclarecimentos sobre as funções e ministérios exercidos na celebração eucarística.

FUNÇÕES E MINISTÉRIOS LITÚRGICOS NA MISSA

Pe. Jacques Trudel, S.J.

“Na assembléia reunida para a Missa, cada um tem o direito e o dever de contribuir com sua participação, de modo diferente segundo a diversidade de função e de oficio. Por isso todos, ministros ou fiéis, no desempenho de sua função, façam tudo e só aquilo que lhes compete, de tal sorte que, pela própria organização da celebração, a Igreja apareça tal como é constituída em suas diversas funções e ministérios.”(IGMR 58)

O QUE É?

Para conseguir uma boa celebração litúrgica bem participada e frutuosa, são necessárias muitas pessoas com funções litúrgicas específicas a serviço da assembléia. Vaticano II reconheceu o valor de ministério litúrgico a esses diversos serviços e pediu que se respeitassem as funções de cada um. Assim ao padre pertence presidir, mas não proclamar as leituras, função própria do leitor, nem o evangelho se houver diácono etc.:

  1. “Também os ajudantes, leitores, comentadores e componentes da “Schola Cantorum” desempenham um verdadeiro ministério litúrgico.” (SC 29)
  1. “Nas celebrações litúrgicas, cada qual, ministro ou fiel, ao desempenhar a sua função, faça tudo e só aquilo que pela natureza da coisa ou pelas normas litúrgicas lhe compete (SC 28)

A Instrução Geral do Missal Romano – IGMR divide o Capítulo III, Funções e Ministérios na Missa, em três secções (58-73).

  1. Funções e ministérios de ordem sacra do Bispo, presbítero ou diácono. Pelo seu ministério próprio à frente do povo de Deus, “o Bispo ou o presbítero tem a função presidencial na Eucaristia.” (N92) e “o diácono ocupa o primeiro lugar entre aqueles que servem na celebração eucarística” (N94).
  1. Função e papel do povo de Deus: “cada um tem o direito e o dever de contribuir com sua participação”(58).

III. Ministérios particulares, com duas categorias principais de ministérios

  1. MINISTÉRIOS A SERVIÇO DO ALTAR E DA PROCLAMAÇÃO DA PALAVRA – os ministros tomam lugar no presbitério.

O ministério de leitor e acólito instituídos (N 98-99)Na reforma das “ordens menores”, em 1972” , a Igreja latina decidiu manter os ministérios de leitor e acólito instituídos(IGMR 65-66) como ministérios inferiores aos da ordem sacra, obrigatórios para todo candidato à ordenação, como preparação para os futuros ministérios da Palavra e do Altar. Esses ministérios poderiam ser confiados, também, a fiéis leigos homens como ministério, em si, permanente.

  • O leitor é instituído para o ministério da leitura da Palavra de Deus na liturgia (exceto o Evangelho) Pode propor as intenções para a oração universal e, faltando o salmista, proferir o salmo entre as leituras (98). É encarregado de preparar outros leitores leigos temporários e instruir na fé crianças e adultos para receberem dignamente os sacramentos.
  • O acólito (ajudante) é instituído “para o serviço do altar e auxiliar o sacerdote e o diácono”(65). Prepara o altar e os vasos, é ministro extraordinário para a comunhão e encarregado de preparar outros ajudantes leigos temporários que exercem algum ministério, como os que levam o livro, a cruz, as velas, o turíbulo para incenso ou outras funções semelhantes.

Para nós, que não temos ministros leigos instituídos, a instituição recorda a seriedade das funções e a importância de alguém capacitado que cuide da formação e treinamento dos leitores e ajudantes, acólitos coroinhas leigos.

As demais funções de ministros leigos

  • Leitores: “Na falta de leitor instituído, sejam delegados outros leigos, realmente capazes de exercerem esta função e cuidadosamente preparados, para proferir as leituras da sagrada Escritura, para que os fiéis, ao ouvirem as leituras divinas, concebam no coração um suave e vivo afeto pela sagrada Escritura.” (N 101) As leituras são distribuídas entre diversos leitores.
  • Salmista: Ao Salmista, no ambão, pertence a salmodia do salmo após a primeira leitura: “deve saber salmodiar e ter boa pronúncia e dicção” (67); na sua falta, um leitor assume o salmo.
  • Acólitos ou ajudantes diversos: “Não havendo acólito instituído, podem ser destinados ministros leigos para o serviço do altar e ajudar ao sacerdote e ao diácono, que levem a cruz, as velas, o turíbulo, o pão, o vinho e a água, ou também sejam delegados como ministros extraordinários para a distribuição da sagrada Comunhão.” (68 / N 100). Notar as numerosas funções de tantos outros ministros leigos adultos, jovens ou crianças. . Ministros extraordinários da comunhão: função própria do sacerdote e diácono, com um número de comungantes muito grande, o sacerdote pode delegar fiéis leigos para ministrar a comunhão: 1º acólitos instituídos, 2º outros fiéis delegados habitualmente 3º em caso de necessidade, delegar fiéis idôneos só para o caso particular (N162).
  • Ministro competente – Cerimoniário – mestre de cerimônia, eventualmente « afim de que as ações sagradas sejam devidamente organizadas exercidas com decoro, ordem e piedade pelos ministros (69) e os fiéis leigos»(N 106).
  1. MINISTÉRIOS LEIGOS A SERVIÇO DA PARTICIPAÇÃO DO POVO DE DEUS.

O Missal menciona(68 e N 105):

  • O comentarista (68 a) desempenha a sua função em pé em lugar adequado voltado para os fiéis (pode até ser no presbitério), “não, porém, no ambão” (N105b) reservado para a proclamação da Palavra, intervenções breves cuidadosamente preparadas, sóbrias e claras.
  • Ministério da música: cantores, regente do canto do povo, os diversos músicos (63/N103).
  • A equipe de acolhida: acolhe os fiéis quando chegam; acompanha aos seus lugares (68b).
  • Os que fazem as coletas (68 c)
  • O sacristão “dispõe com cuidado os livros litúrgicos, os paramentos e outras coisas necessárias na celebração da Missa” (N105a).
  • A equipe de liturgia: “A preparação prática de cada celebração litúrgica, seja feita de comum acordo por todos aqueles a quem diz respeito, seja quanto aos ritos, seja quanto ao aspecto pastoral e musical, sob a direção do reitor da igreja e ouvidos também os fiéis naquilo que diretamente lhes concerne. Contudo, ao sacerdote que preside a celebração, fica sempre o direito de dispor sobre aqueles elementos que lhe competem (73;N 111).

É possível confiar algumas dessas funções litúrgicas “ a leigos idôneos com uma bênção litúrgica ou uma designação temporária” (N 107), como se faz, entre nós, para ministros extraordinários da eucaristia que recebem um mandato temporário.

  1. OUTRAS FUNÇÕES LITÚRGICAS NÃO MENCIONADAS NA IGMR
  • Os componentes da dança litúrgica embora devidamente autorizada, talvez porque depende dos usos culturais regionais.
  • O Coordenador da celebração; cuida do conjunto da liturgia para que se realize como prevista na preparação orienta os ministros, as procissões, prepara os objetos necessário, etc. Atua nos bastidores como espécie de contra-regra.
  • Participação dos fiéis: na procissão das ofertas: “Convém que a participação dos féis se manifeste através da oferta do pão e vinho para a celebração da Eucaristia, ou de outras dádivas para prover às necessidades da igreja e dos pobres”(N140).

“Os fiéis não se recusem a servir com alegria ao povo de Deus, sempre que solicitados para algum ministério particular ou função na celebração.” (62)

COMO FAZER?

Conhecer o seu ministério. No teatro, os atores procuram conhecer e ensaiar a fundo o seu papel. Do mesmo modo, cada ministro deveria conhecer profundamente o seu papel, a sua função. Estudar o que diz o Missal a respeito nas rubricas, conhecer o sentido do seu serviço no conjunto da liturgia, treinar através de laboratórios litúrgicos ou de outro modo para melhorar o desempenho. Evitar chamar a atenção sobre si, mas, através dos sinais visíveis dos ministérios, levar os fiéis, pela sua atuação, a encontrarem-se com o mistério de Deus em Cristo.

As vestes dos ministros leigos que tomam assento no presbitério. “Os acólitos, os leitores e os outros ministros leigos podem trajar alva ou outra veste legitimamente aprovada pela Conferência dos Bispos em cada região”(N 339). No Brasil, aos poucos, animadores/comentaristas, leitores, ministros da comunhão e outros ministros que servem ao altar começam a usar uma veste própria, branca ou colorida, inculturada, usada por homens e mulheres ou mesmo crianças, ao lado das alvas ou das tradicionais vestes dos “coroinhas”.É, também, normal que os componentes da dança litúrgica ou expressão corporal usem também uma veste diferenciada. Os demais ministérios fora do presbitério não costumam usar veste própria.

Algumas orientações

– Procurar que os que desenvolvem um ministério relacionado com a Palavra e o altar, tomem assento no santuário.

– Evitar que os ministros extraordinários da comunhão apareçam só na hora da comunhão. Tenham veste própria de bom gosto, tomem lugar no presbitério e ajudem na celebração, recebendo, por exemplo, os dons dos fiéis na hora das ofertas para apresentar ao que preside.

– Evitar que um só leitor ou leitora faça a 1ª e a 2ª leitura ou então leia o salmo. De preferência, procurar quem possa salmodiar o salmo do ambão.

–        Procurar constituir uma equipe que acolha as pessoas fora da igreja. Para facilitar o contato, pode distribuir as folhas de canto ou outro material. Acolher, de maneira especial, os visitantes novos na comunidade, inclusive indicando um bom lugar; colocar-se à disposição para dar a conhecer a comunidade (ter um material sobre os horários e serviços na comunidade) etc. Os ministros da comunhão podem eventualmente fazer parte dessa equipe de acolhida.

Perguntas

“Convém, na medida do possível, que a celebração, sobretudo nos domingos e festas de preceito, se realize com canto e conveniente número de ministros” (N115) Como está a situação dos ministérios litúrgicos na sua comunidade? Há um número conveniente? Há outros ministérios não mencionados aqui? E nas celebrações da Palavra?

  1. Como vocês desenvolvem o ministério da acolhida? Quem participa? Como ? Com que resultados?
  1. Que ministros sentem no presbitério? Usam todos vestes ou não? Que critérios vocês usam para isso?
  1. Quem ajuda no altar? Adultos ? Jovens?
  1. Existe um ministério de “coroinhas”? Qual a formação e a organização? Que critérios vocês têm para reservar só para meninos ou, também, aceitar meninas?

Conversas sobre o Ofício Divino das Comunidades – III

Na série «Conversas sobre o ODC”, entrevistamos para este número, a agente de pastoral mineira, Sônia Rios, coordenadora da Comunidade do Divino Espírito Santo, membro da equipe de liturgia e participa da Rede Celebra, em Belo Horizonte. Ela relata a experiência mineira com o ODC.

Uma experiência em Belo Horizonte – MG

Continuando a série «Conversas sobre o ODC”, entrevistamos para este número, a agente de pastoral mineira, Sônia Rios. Ela foi coordenadora da Comunidade do Divino Espírito Santo, membro da equipe de liturgia e participa da Rede Celebra, em Belo Horizonte. Sônia nos relata a primeira experiência do ODC naquela arquidiocese e seu testemunho ressoa o que muitas comunidades que celebram o Oficio experimentam.

Entrevistas
Ofício Divino das Comunidades

RL: Quando foi que a Comunidade do Divino Espírito Santo começou a celebrar o ODC?

Sônia: Nossa Comunidade pertencia à Paróquia São Francisco, mas a distância era longa e tínhamos um obstáculo que era uma movimentada avenida de Belo Horizonte. Ela nos separava do restante da paróquia. O povo sentia muita falta de se reunir para celebrar a fé. De vez em quando, algum padre vinha celebrar conosco, mas ainda assim buscávamos um caminho… O ODC começou a ser celebrado em nossa comunidade no ano de 1992. Com a chegada das irmãzinhas de Jesus, de Foucault, começamos a reunir para a reza do oficio. Ele foi fundamental para assegurarmos nosso jeito próprio de celebrar e de viver a fé. O jeito de celebrar o Ofício influenciava inclusive nossas celebrações da Palavra e da Eucaristia: os cantos, a partilha, as preces, os serviços… Na época celebrávamos nas casas, pois ainda não tínhamos igreja. Tudo era muito familiar e informal. As pessoas pediam que fôssemos rezar em suas casas, tínhamos ensaios semanais para o Oficio e para o Dia do Senhor. Por ocasião de alguma necessidade como enterros, mutirões, bênçãos de casa e nas visitas aos doentes sempre fazíamos o oficio.

RL: Existe algum acontecimento especial que marca esta experiência do ODC em sua comunidade?

Sônia: Uma coisa bonita foi quando fizemos a filmagem do vídeo da Rede Celebra. Naquela ocasião descobrimos que mais gente rezava o oficio. Nos reunimos com o pessoal da paróquia São Francisco das Chagas e dos Sagrados Corações de um outro bairro. Preparamo-nos para os trabalhos de filmagem com ensaios e formação. Muita gente animada e comprometida se empenhou bastante, pois sabiam que era uma forma de ajudar outros a conhecer e a praticar a oração das horas. Uma trazia o forro mais bonito que tinha em casa para enfeitar a mesa. Outra trazia o antigo ferro à brasa para servir de braseiro do incenso. Tinha também quem trazia as flores, o incenso e as velas. Era tudo muito participado. Foi também um momento de parada para escutar o que o ODC significava na vida das pessoas: a reza em família, o encontro com a fé celebrada de forma viva na própria cultura, a força que brota da oração dos salmos nos momentos difíceis. A Palavra de Deus estava sendo cantada nos salmos, do jeito que a Igreja ensina e como a gente entende e gosta. Era a nossa música, os nossos gestos, os nossos símbolos. Essas coisas vieram à tona quando nos reunimos para fazer aquela gravação. O resultado foi aquele vídeo bonito que está espalhado pelo Brasil afora.

RL: Houve também dificuldades no percurso?

Sônia: Muitas! Às vezes, depois que construímos nossa Igreja, o pessoal nem sempre a encontrava aberta para a celebração. Na indecisão de saber para onde ir, por causa das distâncias, do horário e outros inconvenientes, as pessoas se assentavam no passeio e rezavam. Nada impedia a turma de fazer o oficio. Era ao mesmo tempo um prazer e um compromisso. Era uma vez por semana, mas era feito com gosto e com responsabilidade. Às vezes tinha só três pessoas. Mas elas não deixavam de rezar por isso. Outra dificuldade era lidar com pessoas que chegavam e não entendiam a importância de se rezar conforme o ODC nos propunha. Queriam inserir outros cantos, escolher salmos à revelia, inventar gestos. O pessoal resistiu muito a isso. Não por fechamento, mas por entender que o caminho era outro. Sem saber formular, a gente intuía que a questão era rezar com a Igreja, conforme a Tradição ensinou. Obedecer ao esquema do Oficio tinha o sentido de ouvir a voz de Jesus, na voz da comunidade. Por isso, as nossas preferências importavam menos. Eu interpreto assim… Quando faltava o violeiro, Sr. Jonas, o pessoal também ficava meio desanimado. Mas um padre, amigo nosso, disse que não tinha problema, pois ainda tínhamos o principal instrumento: a nossa voz. Tem também dificuldades econômicas. O livro está caro para as pessoas mais pobres. Nos aniversários a gente procura presentear com o Oficio, mas isso resolve pouco. Para ser mais das comunidades, precisaria também ser mais barato.

RL: Você disse que o ODC influenciou as celebrações da Comunidade do Divino? Como você percebe isso?

Sônia: De muitos modos. Primeiro, a gente passou a perceber que nem tudo precisa ser missa. Todos gostam da missa e a gente sabe que não se pode viver sem ela. A questão é que outras formas de celebrar da liturgia ficam obscurecidas e a missa, que deveria ser o ponto alto das nossas ações, inclusive litúrgicas, fica desvalorizada. Um exemplo são os tríduos da festa do Divino (Pentecostes). A gente introduziu em algum dos dias o Oficio. Isso já foi uma mudança significativa. Outra coisa importante que percebo é a valorização da Palavra de Deus. As pessoas escutam mais, aprendem que Deus está falando com a gente, mesmo na celebração da Palavra ou na missa dominical. Eu acho que isto é fruto do Oficio! Tem também os símbolos e os ritos. As pessoas gostam do incenso, dos gestos de se inclinar e levantar as mãos no “Glória ao Pai”, cumprimentar os irmãos e irmãs no convite da abertura. Também a novena da Arquidiocese, já por três anos, traz o esquema completo do Oficio da Novena de Natal. Já não é mais uma coisa estranha para nós, mas uma confirmação de que estamos no caminho certo.

RL: Existe alguma dificuldade entre a oração pessoal e a reza do Oficio?

Sõnia: Nenhuma dificuldade. No ofício a gente começa com oração pessoal, rezando em silêncio, para se preparar para a celebração. Muitos membros da comunidade rezam o oficio em casa, antes de dormir, ou no amanhecer. Dona Odete rezava com suas netas. As crianças adoravam… Ela já faleceu, mas deixou a semente do Oficio no coração da sua família. Tem também o momento das preces. Nelas encontramos preces prontas que expressam o que a gente quer dizer, ou então o pessoal faz as suas próprias preces no espaço dado às intenções particulares. Além disso, é muito bom sermos socorridos com as palavras do salmo quando a gente não sabe o que rezar. Eles ficam impregnados na gente. Sem querer a gente acaba colocando isso para fora quando conversa com Deus. Num curso que fizemos sobre o Oficio, isso foi falado a respeito de Jesus. Ele rezava os salmos como um bom judeu. Por isso, respondia com salmos, na cruz rezou um salmo… Acho que está acontecendo a mesma coisa com a gente. Entramos na escola de oração de Jesus. Dona Odete costumava dizer: “O que mais gosto do oficio é o salmo, pois aí, na mesma hora que a gente fala, Deus responde com as próprias palavras do salmo”.

RL: O ofício tem a ver com o sacerdócio dos cristãos?

Sônia: Lembro-me que a gente canta no final da abertura: “povo de sacerdotes, a Deus louvação”. Fico pensando que se trata do sacerdócio de Jesus do qual a gente participa como fiel e batizado. O que se chama por aí de sacerdócio comum dos fiéis. Não se trata do sacerdócio dos padres, mas de todo o povo. O nosso louvor se torna serviço sacerdotal porque se une à oração de Jesus, o único sacerdote. A gente se volta para o Pai na pessoa de Jesus, em louvor e adoração, nos unindo a ele na ressurreição e no seu sacrifício, que entre nós se faz louvor. O culto da vida não fica sem o amparo do culto da Comunidade. As mães e os pais de família, os jovens e as crianças, vão entendendo que no seu dia-a-dia tem de agradar a Deus como no Oficio rezado na Igreja. E na comunidade reunida, a gente entende que a labuta da semana, as coisas da vida, precisam ser oferecidas a Deus, para se tornarem santas, do jeito que Ele gosta. Eu penso que o sacerdócio é assim…

 Fonte: Revista de Liturgia Ano 37 – 218

Esta é nossas terceira conversa sobre o ODC, para conferir as anteriores clique nos tópicos abaixo:

1- Conversa I – com o Pe. Marcio Pimentel

2- Conversa II – com Penha Carpenedo